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13 de Maio, 2017 - 07:41
Novo Horizonte do Norte completa 31 anos neste sábado dia 13 com show em praça pública com artistas regionais

  Vista aérea de NHN

Neste sábado dia 13 de maio, o municio de Novo Horizonte do Norte completa 31 anos de emancipação político administrativa.


A data será comemorada com um grande evento em praça pública, que reúne vários artistas regionais no palco montado na avenida Mestre Falcão no centro da cidade.


Claudeir Rocha, Alysson Ferraz, Gustavo & Ana Julia, José Augusto, Thiago Lopes, JC dos Teclados e Cawboy Rodrigues são alguns dos nomes que passarão pelo palco do evento a noite. 


Na programação da semana de aniversário do município, neste sábado ainda segue a competição esportiva Taça da Amizade que termina no domingo dia 13, e também é o último dia do “Dia D Desconto”, onde o comércio de Novo Horizonte do Norte está dando descontos especiais.


A programação de aniversário se encerra no domingo dia 13 com o Cicloturismo, Final da Taça da Amizade e Final da Copa Arinos de Futebol Veterano entre Porto dos Gaúchos e Nacional de Juara.


História de Novo Horizonte do Norte


As primeiras notícias que se tem a cerca da região vem do tempo dos Bandeirantes. Ocasião em que João de Souza Azevedo, partindo da região de Vila Bela subiu o rio Sepotuba,  atravessou o divisor de águas, passou o rio Sumidouro, a quem batizou, ganhou o rio Arinos foi descendo até chegar à Belém do Pará.


Mais tarde, em 1805, Manoel Gomes também desce o Rio Arinos, tentando a navegação. Mas na volta pelo mesmo caminho, pelas dificuldades encontradas na navegação .


Em 1812, João Miguel de Castro, desce até Belém e chega à Diamantino. De volta em 1813, cumprindo a navegação de descida e subida pelo Arinos. Estava aberta a Navegação Paranista ou Carreira do Pará. A navegação Paranista deu movimento à região até o começo do Século XX.


A via de navegação do Rio Arinos sempre foi movimentada, pois termina a navegação Paranista, nasceu o ciclo da borracha.


Mas o movimento de colonização regional começou a ocorrer pôr volta de 1955.


A movimentação de ocupação definitiva do território de Novo Horizonte do Norte, no sentido de colonização, dependeu de um movimento anterior que fez surgir o  Município de Porto dos Gaúchos na década de sessenta.


A Imagrol (imobiliária Mato Grosso) empresa colonizadora de José Kara José, adquiriu as terras que compõem o território de Novo Horizonte do Norte, ocupando precisamente da região da futura sede Municipal.


Extraímos de relatos históricos, que a primeira pessoa  que pisou em solo Novorizontino foi o Sr. Sebastião Martins em 1968. A seguir chegaram as famílias de Antônio de Lima, Venâncio Bento Evangelista, Sebastião Farias, Manoel Ribeiro Vítor, Jaquelino Gonçalves Nascimento, Francisco Dominhaki, Geraldo Borges e José Borges.


Em 21 de Agosto de 1968, a Imagrol S/A deu início à colonização do lugar através do escritório de vendas de terras,  instalado na cidade paranaense de Maringá, quando o Sr. José Kara José, diretor da empresa colonizadora, juntou-se a vários migrantes e foi celebrada a primeira missa do lugar, rezada pelo Padre José Aleixo.


Não haviam meios de transportes, nem comunicação. As primeiras famílias que aqui chegaram, podem ser consideradas como heroínas, tanto foram as dificuldades enfrentadas. Ao chegarem ao local onde hoje é a cidade de Novo Horizonte do Norte, instalavam-se pôr um tempo, até abrirem, manualmente, as estradas que propiciariam a chegada aos lotes de terras adquiridos.


Para compra de gêneros alimentícios, as famílias rumavam para Porto dos Gaúchos, em bicicletas e muitas delas dite, Darcy, Germano e Luiz. Este grupo trouxe uma farmácia de primeiros socorros e tratamento dos doentes passou a ser efetuado pôr uma farmacêutica austríaca de nome Francisca.


A doença mais comum era a malária, aparecendo, no entanto casos de febre amarela.


Os lazeres eram poucos: futebol, baile familiar de casamentos e festas juninas. O grupo de jovens andava ativo sob a orientação do padre Guinter e de Judite. Os jovens se uniram e construíram um clube para festas.


A planta da cidade foi planejada aos poucos pelos próprios moradores. A primeira aglomeração de casas dispunha-se de forma alternada, onde hoje é a avenida Mestre Falcão e mais a rua Iguaçu. Os jovens pegavam


a enxada, o enxadão e queimavam os tocos mais grossos que cismavam em permanecer nas ruas e passeios, como uma espécie de protesto pela derrubada da mata virgem.


O dono da Colonizadora, José Kara José, deu nome ao lugar, significando que cresceria e se tornaria uma cidade e seria espaço físico para novas perspectivas de todas as regiões brasileiras.


Em 1.977, foi criada a Subdelegacia Regional de Educação e cultura, subordinada a Cuiabá. Pôr algum tempo o próprio padre Guinter respondeu pôr ela e depois Moisés Silvio da Mota foi responsável pela subdelegacia de ensino. já de modo organizado, em 1.977 à 1979, ocasião em que foi desativada.


Uma  equipe da  OPAN – Operação Anchieta, estimulava jovens os ajudava a construir o futuro da cidade, desta ação surgiram escolas, igrejas, hospital, serraria, marcenaria e várias outras coisas, o gerador de energia da serraria fornecia luz elétrica a comunidade que pagava apenas pelo combustível usado.


 

Fonte: Porto Noticias
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