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3 de Junho, 2017 - 18:36
Pedido de impeachment do governador Pedro Taques é analisado pelo presidente da AL

O pedido de impeachment do governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), está sob análise do presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Eduardo Botelho (PSB), há uma semana. O documento foi protocolado na Casa de Leis por um advogado na última sexta-feira (26) após uma denúncia de grampos clandestinos envolvendo o Núcleo de Inteligência da PM. Agora, o pedido deve ser avaliado pela Procuradoria da ALMT.Por meio de assessoria, Botelho, que é da base governista, disse o pedido é inconsistente e que a aguarda a análise da Procuradoria para tomar uma decisão. O G1 procurou o governo, mas não obteve resposta até a publicação destar reportagem.No documento, que tem 50 páginas, o advogado argumenta que o governador cometeu improbidade administrativa, violando os incisos II, III e V do artigo 85 da Constituição Federal. No pedido, Edno afirma que, “em tese, o governador serviu-se ou omitiu-se diante da utilização de policiais militares em cargos de confiança para praticar abuso de poder”.


O suposto esquema vigorou entre outubro de 2014 e agosto de 2015 e foi denunciado à Procuradoria-Geral da República pelo promotor de justiça Mauro Zaque, que foi secretário de Segurança Pública em 2015, na gestão de Taques. Ele alega que recebeu a denúncia do caso naquele ano e alertou o governador.scutas clandestinas


Pelo menos 80 pessoas tiveram conversas grampeados no período em que o esquema funcionou. Entre elas, políticos de oposição ao atual governo, advogados, médicos e jornalistas. Além disso, o celular de uma agente do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, também foi grampeado.


A PGR investiga se Taques sabia do crime e de quem partiu a ordem para as interceptações. O governador, por sua vez, nega que tinha conhecimento sobre o caso.Para o autor do pedido, no entanto, o caso é inadmissível. “Na minha leitura, esse fato é um atentado à democracia e aos direitos pessoais de cada cidadão. As escutas telefônicas geram uma onda de insegurança coletiva, porque o governo pode estar bisbilhotando tudo por aí”, declarou o advogado.Ainda como argumento, Edno cita o artigo 5 da Constituição Federal, que afirma ser “inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial”.

Fonte: G1-MT
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