Filho de 5 anos é encontrado ao lado de corpo de mulher morta a facadas pelo marido em Cotriguaçu

Um homem identificado como Rodrigo Albring foi preso em flagrante nesta quinta-feira (11) por suspeita de matar a esposa, Fabiana Amorim, de 37 anos, a facadas, em Cotriguaçu (a 950 km de Cuiabá). O crime aconteceu nesta madrugada. O homem possui passagens por estupro de vulnerável e outros.
Quem fez a denúncia do crime foi a ex-esposa de Rodrigo. Os policiais foram até o local informado e encontraram a vítima, já morta. O suspeito havia fugido do lugar, mas foi encontrado em uma balsa em Juruena.
Na delegacia, Rodrigo confessou o crime. Ele relatou que é morador de Nova Bandeirantes, mas estava em Rondônia a trabalho. Há cerca de 2 meses, conheceu Fabiana pelo WhatsApp e, após algumas conversas, teria sido convencido pela mulher a se mudar para Cotriguaçu.
Ainda de acordo com o suspeito, o relacionamento dos dois era marcado por desentendimentos. Na madrugada de quinta, houve uma briga entre os dois e Fabiana teria dado dois tapas no rosto de Rodrigo, que revidou e esfaqueou a vítima de forma brutal.
Conforme a PM, o homem tem passagens criminais por estupro de vulnerável de uma criança de 11 anos, ameaça, uso de substância entorpecente, resistência, desobediência, lesão corporal, maus tratos e outros crimes.
O corpo da mulher foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia. Já Rodrigo foi autuado em flagrante e colocado à disposição da Justiça.
Ofilho de 5 anos de Fabiana Amorim, de 37 anos, vítima de feminicídio na noite dessa quarta-feira (10), em Cotriguaçu (a 950 km de Cuiabá), foi encontrado pela Polícia Militar dormindo ao lado do corpo da mãe. O Conselho Tutelar foi acionado e, segundo relato de uma das conselheiras responsáveis pelo resgate, a criança estava visivelmente assustada.
O menino agora está sob os cuidados da tia, que é irmã de Fabiana e também mora em Cotriguaçu. A guarda da criança ainda será definida entre a tia ou a irmã mais velha, também filha de Fabiana.
Segundo o Conselho Tutelar, um processo da Polícia Civil será encaminhado para o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e, a partir disso, a guarda será escolhida e o auxílio psicológico também será oferecido pelo Estado.
RD News

