Comunidade de Tabaporã lança petição e cobra do Governo de MT a retomada das obras da Escola Estadual Francisco Saldanha Neto

A comunidade escolar da Escola Estadual Francisco Saldanha Neto, em Tabaporã, está mobilizada em um apelo público ao Governo do Estado de Mato Grosso e à Secretaria de Estado de Educação (SEDUC/MT) pela retomada das obras da sede oficial da unidade, paralisadas há mais de dois anos.
A situação se agravou no último dia 21 de outubro de 2025, quando um acidente com a queda da caixa d’água do prédio provisório causou danos estruturais e levou à interdição do local. Desde então, as aulas estão sendo realizadas de forma parcial e em sistema de revezamento, com parte dos estudantes assistindo às atividades online — uma medida emergencial que, segundo pais e professores, tem prejudicado o aprendizado e o trabalho pedagógico.
Em nota e em petição pública lançada pela comunidade, pais e responsáveis manifestam preocupação e indignação com o impasse e cobram providências imediatas. Eles destacam que o direito à educação de qualidade e presencial é garantido pela Constituição Federal e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), que determinam ao Poder Público a obrigação de garantir instalações seguras e adequadas para o ensino.
“Nossos filhos estão sem um espaço digno para estudar. A escola está parada, e o prédio provisório não oferece condições mínimas de segurança. Precisamos de uma solução urgente”, diz um trecho da petição.
O documento pede que a SEDUC/MT retome imediatamente as obras da sede original, rescindindo o contrato com a empresa responsável pela paralisação, além de realizar os reparos necessários no prédio provisório interditado e buscar alternativas emergenciais para assegurar o retorno seguro das aulas presenciais.
A situação tem gerado insegurança, prejuízos pedagógicos e desgaste emocional entre alunos e professores. “A educação dos nossos filhos é um direito constitucional e deve ser tratada como prioridade imediata pelo Governo do Estado e pela SEDUC/MT”, reforçam os organizadores da mobilização.
A petição pública está disponível online e segue recolhendo assinaturas de apoio à causa. ASSINE AQUI
Fonte: Porto Noticias



