Acusados de assassinato do despachante Elcio Marques em 2024 em Juara vão a júri nesta terça-feira (8)
Três acusados de envolvimento no assassinato do despachante Elcio Marques, ocorrido em março de 2024, em Juara, serão julgados pelo Tribunal do Júri nesta terça-feira (8 de setembro), no Fórum da Comarca de Juara.
O julgamento é referente à ação penal proposta pelo Ministério Público Estadual contra Adelar Buchelt Mota, Flávio Henrique Benevides e Joeliton Farias de Lima.
Os três foram pronunciados para serem submetidos ao Tribunal do Júri pela suposta prática de homicídio qualificado, previsto no artigo 121, § 2º, incisos I, por motivo torpe, e IV, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, ambos do Código Penal.
O julgamento estava inicialmente previsto para ocorrer em junho deste ano, mas acabou sendo cancelado após uma medida apresentada pela defesa dos réus. Com isso, a sessão foi remarcada para esta terça-feira, 8 de setembro.
Crime
Elcio Marques, empresário conhecido em Juara e proprietário de um escritório de despachante, foi sequestrado na noite de 7 de março de 2024, quando chegava à sua residência. Segundo as informações divulgadas na época, dois homens encapuzados abordaram a vítima e a levaram do local.
Três dias depois, em 10 de março, o corpo do empresário foi localizado em uma área de mata, às margens da estrada do Rio dos Peixes, na zona rural de Juara.
Após a localização do corpo, a Polícia Civil iniciou as investigações e conseguiu identificar e prender os suspeitos apontados como envolvidos no crime.
Na época, o delegado responsável pelo caso informou que uma das principais linhas de investigação apontava para uma possível dívida que a vítima teria com o suposto mandante do crime.
A morte de Elcio Marques, que era bastante conhecido na região, provocou grande comoção entre familiares, amigos e moradores de Juara.
Mais de dois anos após o crime, o caso chega agora à fase de julgamento pelo Tribunal do Júri. Caberá aos jurados analisar as provas apresentadas durante a sessão e decidir pela condenação ou absolvição dos acusados.
Os réus respondem às acusações e, até o trânsito em julgado de eventual sentença condenatória, são considerados inocentes perante a lei.
Fonte: Porto Noticias


