Tabaporã

Prefeito de Tabaporã rebate denúncias de vereadores sobre abastecimento e obra de pista de caminhada

O prefeito de Tabaporã, Carlão Borchardt, utilizou as redes sociais para rebater as denúncias apresentadas pelos vereadores Joari Nogueira e Cleiton Francisco ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). Os parlamentares se reuniram com o conselheiro-presidente da Corte para apresentar as demandas, que questionam procedimentos adotados pela administração municipal em relação ao abastecimento de veículos oficiais e à execução de uma pista de caminhada em construção na cidade. Veja aqui

Uma das denúncias apresentadas pelos vereadores aponta supostas irregularidades no abastecimento dos veículos da prefeitura. Segundo eles, “o carro da prefeitura abastece e a pessoa assina sem ter o valor abastecido”.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o prefeito, acompanhado pelo advogado da prefeitura, Dr. Renan, esclareceu que o procedimento adotado pelo município segue um sistema baseado na média semanal de preços dos combustíveis, e não no valor registrado na bomba no momento do abastecimento.

“O município fez um credenciamento de todos os postos da cidade. A gente usa a média semanal e não o valor da bomba na hora que o motorista abastece. Então, no momento do abastecimento, não tem como saber o valor da média, porque a ANP demora, às vezes, até duas semanas para divulgar. Após ser divulgado, é preenchido o valor, é enviado para o fiscal, que confere e atesta a nota, e aí segue para os trâmites de pagamento”, explicou o advogado Dr. Renan.

A segunda denúncia diz respeito à construção de uma pista de caminhada em Tabaporã. Os vereadores alegam que, embora uma empresa tenha sido contratada para executar a obra, a prefeitura estaria realizando os serviços com máquinas e servidores do próprio município.

Sobre esse ponto, a gestão municipal informou que a situação já estava prevista no processo licitatório. Segundo o advogado da prefeitura, a administração optou por executar a primeira fase da obra com equipe e maquinário próprios por possuir estrutura suficiente para realizar essa etapa, que não fazia parte do objeto da licitação vencida pela empresa contratada.

“Não compensaria terceirizar o serviço, e a prefeitura fazendo a primeira fase gera economia para o município. Logo, não há nenhuma ilegalidade nos atos denunciados pelos vereadores ao Tribunal de Contas. As demais fases da obra, aí sim, serão por conta da empresa”, afirmou Dr. Renan.

A administração municipal informou ainda que todas as informações referentes pertinentes as denuncias, incluindo a planilha orçamentária e demais documentos, estão disponíveis para consulta no Portal da Transparência, por meio do site oficial da Prefeitura de Tabaporã.

Fonte: Porto Noticias

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