Agronegócio

Vaca Louca: Caso registrado em Mato Grosso é atípico e não coloca qualidade da carne em risco

“O Brasil continua classificado com o status de risco insignificante para EEB – Encefalopatia Espongiforme Bovina, está é a principal e a melhor informação que poderíamos ter”, afirma o presidente do Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC), o médico veterinário Guilherme Nolasco.
Um bovino de 17 anos alimentado a pasto apresentou sintomas neurológicos após um longo stress de transporte, condição que afasta a possibilidade da forma Clássica da Doença da Vaca Louca em Mato Grosso.
O caso em investigação pelo Ministério da Agricultura foi considerado mais um episódio atípico da EEB em Mato Grosso e reafirma a seriedade, transparência e eficiência do Serviço Veterinário Oficial em realizar a Defesa Sanitária Animal.
De acordo com Nolasco, nunca houve registro da presença de casos de EEB clássico no Brasil, o que torna a carne um fator de risco para o consumo humano. “O desenvolvimento dos casos clássicos ocorre quando o bovino se alimenta de subprodutos derivados de proteína animal, o que não ocorre no país. A alimentação do rebanho é prioritariamente a pasto e a suplementação com ração de origem vegetal. Nós temos um dos rebanhos mais saudáveis e a nossa carne atende a todos os padrões de qualidade e sanitários”, afirma Guilherme Nolasco.

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