Veja eleitos para o Conselho Tutelar em Porto dos Gaúchos, Novo Horizonte do Norte, Juara e Tabaporã

As eleições para escolha de novos Conselheiros Tutelares para o quadriênio 2020/2023, aconteceram neste domingo dia 06 de outubro/2019 em todo o brasil, quando todas as pessoas com mais de 16 anos e com título regular com inscrição nas zonas eleitorais da cidade em que vivem puderam votar para escolher os Conselheiros, que são responsáveis por zelar pela proteção de crianças e adolescentes.

Em Porto dos Gaúchos 15 nomes disputaram a eleição e os 05 mais votados serão empossados no dia 10 de janeiro/2020. Os 05 seguintes ficarão na suplência.

Veja os eleitos em Porto dos Gaúchos: 1º Adriano de Souza Franco 61 votos, 2º Elói Pedro Gehring 52 votos, 3º Marcieli Moreira Paulino dos Santos 49 votos, 4º Alaíde Martins Vaz 36 votos, 5º Nilcelina de Brito 31 votos.

Os suplentes são: Celma Araujo da Conceição (30), Larissa Jéssica de Castro (28), Maria José de Lima Monteiro (23) Claudia Roseli Medeiros (18) e Raquel Krebs (18).

No total, 399 eleitores compareceram em Porto dos Gaúchos sendo 398 votos validos e 01 nulo.

Em Novo Horizonte do Norte, em que 12 candidatos disputaram, os 05 mais votados foram 1º Luciane Korb 56, votos, 2º Vanilmar Correia Lopes 56 votos, 3º Daiane Rosalina Brizolla 51 votos, 4º Madalena Ribeiro da Silva 49 votos e em 5º Freyda do Carmo da Silva 46 votos.

Os suplentes são: Leila Cristina da Silva, Stefani David Simão, Thais Fernanda dos Santos, Edina de Melo, Lenice Silvestre Lopes.

Em Juara, os eleitos foram: 1º Flavio Nascimento de Mello 276 votos, 2º Aline Aparecida de França Barbosa 174 votos, 3º  Gessi Bruning 141 votos, 4º  Jetro Constantino de Souza 108 votos e 5º Elaine de Pólio com 107.

Em Tabaporã, os eleitos foram: 1º Claudiana Souza de Menezes com 164 votos, 2º Neide Ferronato Pelle com 150 votos, 3º Daiane Santos Silva com 140 votos, 4º Antonio Marcos de Oliveira com 135 votos e 5º Ione Maria de Melo Alves com 106 votos.

Quais são as atribuições dos conselheiros?

Atender e aconselhar os pais ou responsável pelas crianças e adolescentes;

Requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança para crianças e adolescentes;

Encaminhar ao Ministério Público notícia de fato que constitua infração administrativa ou penal contra os direitos da criança ou adolescente;

Requisitar certidões de nascimento e de óbito de criança ou adolescente quando necessário;

Representar, em nome da pessoa e da família, contra a violação dos direitos;

Representar ao MP, para efeito das ações de perda ou suspensão do poder familiar, após esgotadas as possibilidades de manutenção da criança ou do adolescente junto à família natural.

 

Fonte :

Porto Noticias

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