LegislativoPorto dos Gaúchos
Pedido de abertura de processo que pode cassar mandato de Leandro Budke será votado na segunda-feira (23)
O embate entre a vereadora Juliana Arend (PSB) e o vereador Leandro Budke (Cidadania), ocorrido durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Porto dos Gaúchos, no dia 9 de fevereiro, resultou em um pedido formal de abertura de processo de investigação com objetivo de cassação do mandato de Budke por suposta quebra de decoro parlamentar.
O episódio aconteceu na tribuna, enquanto a vereadora Juliana fazia uso da palavra. O conflito teve início após Leandro Budke cobrar explicações sobre a retirada de palmeiras do canteiro da Avenida Perimetral Ignácio Rabuske pela prefeitura. Em sua manifestação, o vereador afirmou que as palmeiras haviam sido doadas por empresários.
Ao rebater a fala, Juliana Arend declarou que, segundo seu entendimento, Leandro Budke teria recebido recurso publico para realizar o projeto, e não tinha sido doado, como ele fez questão de afirmar em ocasiões interiores. Nesse momento, o vereador a interrompeu, dizendo:
“Foi doação aquilo lá, senhora. Se não tem conhecimento, não abre sua boca”,
frase que foi interpretada pela vereadora como uma ordem para que ela “calasse a boca”.
Na sequência, Juliana solicitou que a fala fosse registrada em ata:
“Quero que seja registrado que ele me mandou calar a boca em tribuna”.
Na sexta-feira, 20 de janeiro, a vereadora protocolou junto à Mesa Diretora da Câmara um pedido de abertura de processo de destituição de cargo do vereador Leandro Budke, com consequente perda de mandato. No documento, ela sustenta que a conduta do parlamentar configura quebra de decoro e afirma ter sofrido prejuízos de ordem psicológica, relatando diagnóstico de ansiedade generalizada, feito por psiquiatra, o que resultou em seu afastamento das atividades laborais e legislativas por 60 dias.
A presidente da Câmara, vereadora Priscila de Moura, confirmou o recebimento do pedido e informou que o requerimento será colocado em votação na sessão ordinária de segunda-feira, 23 de fevereiro, quando os vereadores decidirão sobre a abertura ou não do processo investigativo.
Veja abaixo o vídeo que gerou todo o imbróglio
Fonte: Porto Noticias
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