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PT-MT repudia governo de MT e algumas gestões municipais pela má gestão da pandemia de Covid-19

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O Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso (PT-MT) vem a público repudiar a má gestão da pandemia de Covid-19, por parte do governo do Estado de Mato Grosso e de grande parte de gestões municipais. Lamentavelmente, nosso Estado está em terceiro lugar no ranking de mortes pela doença, quando avaliamos o total de óbitos por 100 mil habitantes no Brasil. Apenas Amazonas e Rondônia registraram proporcionalmente mais óbitos que Mato Grosso.

No ranking da vacinação, nosso Estado ocupa o vergonhoso penúltimo lugar. Apenas o Amapá vacinou menos que Mato Grosso.

O resultado dessa incompetência administrativa é a infecção de mais de 320 mil mato-grossenses, com a perda de mais de 8.600 vidas. O Estado que se orgulha de ser o maior exportador de grãos e carnes do Brasil não pode ser o terceiro mais letal da pandemia e o segundo que menos vacina.

Veja a nota

O Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso (PT-MT) vem a público repudiar a má gestão da pandemia de Covid-19, por parte do governo do Estado de Mato Grosso e de grande parte de gestões municipais. Lamentavelmente, nosso Estado está em terceiro lugar no ranking de mortes pela doença, quando avaliamos o total de óbitos por 100 mil habitantes no Brasil. Apenas Amazonas e Rondônia registraram proporcionalmente mais óbitos que Mato Grosso.
No ranking da vacinação, nosso Estado ocupa o vergonhoso penúltimo lugar. Apenas o Amapá vacinou menos que Mato Grosso.
O resultado dessa incompetência administrativa é a infecção de mais de 320 mil mato-grossenses, com a perda de mais de 8.600 vidas. O Estado que se orgulha de ser o maior exportador de grãos e carnes do Brasil não pode ser o terceiro mais letal da pandemia e o segundo que menos vacina.
A curva de infectados e mortos pela Covid-19 explodiu em Mato Grosso no mês de março. Esse fato lamentável vinha sendo denunciado desde o mês de janeiro pelo líder do PT na Assembleia Legislativa, deputado estadual Lúdio Cabral, que é médico sanitarista e tem acompanhado a evolução da Covid-19 em nosso Estado. O intenso trabalho liderado pelo deputado estadual Valdir Barranco (PT) no âmbito da Comissão Especial sobre retorno seguro às aulas, já no ano passado, produziu alertas e proposições de articulação entre o Estado e os municípios na gestão da pandemia que foram ignorados pela base governista e vetados pelo governador Mauro Mendes.
O líder da bancada cobrou, ainda em janeiro, que Mato Grosso decretasse quarentena de 14 dias para evitar a tragédia ocorrida no mês de março, mas o governo do Estado optou por decretar medidas brandas, com restrição parcial de horários para o funcionamento das atividades econômicas. Essas medidas foram implementadas somente em março, quando a curva de infectados e mortos crescia de forma assustadora. O fato é que governo do Estado se omitiu diante do caos que nossa bancada e os epidemiologistas já alertavam desde o começo de 2021. As medidas brandas de distanciamento social não surtiram efeito e o drama de março está se repetindo agora, em abril.
Pela omissão caracterizada na recusa em decretar quarentena para salvar vidas, o governador Mauro Mendes e o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo devem explicações à sociedade mato-grossense.
Pelo fato de Mato Grosso figurar em terceiro lugar no ranking de mortes e em penúltimo no ranking da vacinação, Mauro Mendes e Gilberto Figueiredo também devem explicações à população.
A atual gestão da prefeitura de Cuiabá também precisa explicar aos cuiabanos e cuiabanas, por que nossa Capital ocupa a segunda colocação no ranking de mortes pela Covid-19. Proporcionalmente, apenas Manaus registrou mais mortes que Cuiabá.
A briga política entre o governador e o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, registrada pela imprensa, não se refere ao fato deles estarem disputando o posto de quem salva mais vidas. Muito pelo contrário, Mendes e Emanuel parecem disputar o troféu de quem é mais negacionista e incompetente, de quem está sendo mais negligente com à vida dos cuiabanos e mato-grossenses.
A má gestão da pandemia está caracterizada em ambas administrações. Ambos gestores devem explicações. Gestores de diversos outros municípios de Mato Grosso, inclusive entre os mais ricos, também devem explicações.
A pandemia está fora de controle em todo território nacional. A incompetência e o negacionismo do desgoverno Bolsonaro colocaram nosso País como epicentro da pandemia no mundo. No mês de março morreram mais de 66 mil brasileiros. Esse número representa mais do que a soma de mortos em vários países ao longo de toda pandemia. O Brasil tem 2,7% da população mundial, mas concentra 37% das mortes pela Covid-19 no planeta.
Ao todo, nosso País já registra mais de 13,6 milhões de infectados com mais de 360 mil mortos. Lamentavelmente Mato Grosso possui uma das piores gestões da pandemia, no País que faz a pior gestão de combate ao vírus no mundo. São muitas as denúncias, proposições e iniciativas apresentadas e defendidas pela deputada federal Professora Rosa Neide (PT) que fazem a denúncia e apontam perspectivas de superação no âmbito federal.
Igualmente, enfrentam a resistência da base governista e o próprio veto presidencial.
Os hospitais estão em colapso desde o início do mês de março. Temos mais de 200 pessoas na fila, à espera de um leito de UTI e o governo do Estado, a prefeitura de Cuiabá e outras gestões municipais continuam inertes. Insistem em manter as atividades econômicas não essenciais em pleno funcionamento.
Diversos municípios já registraram falta de oxigênio medicinal. Recentemente, vários hospitais vêm registrando falta de insumos e medicamentos necessários para a intubação de pacientes em estado grave.
O que Mauro Mendes e Emanuel Pinheiro estão esperando? Que a tragédia das mortes por asfixia por falta de oxigênio e insumos, que ocorreu em Manaus (AM), no mês de janeiro, também ocorra em nosso Estado e na nossa Capital?
Neste momento de tristeza profunda, o PT-MT se solidariza com a nossa população. O PT-MT defende que o governo do Estado e os municípios decretem uma quarentena efetiva de 14 dias, imediatamente, para evitar a falência completa do sistema de saúde nos meses de abril e maio.
Por isso, também, o PT-MT defende que o governo federal retome o pagamento do Auxílio Emergencial de R$ 600,00 e que o governo do Estado pague um Auxílio no mesmo valor, para as pessoas em situação de vulnerabilidade social. A quarentena é fundamental para salvar vidas, mas as pessoas não tem como ficar em casa sem a renda emergencial para colocarem comida na mesa.
O governador Mauro Mendes anunciou o pagamento de um auxílio de R$ 150 para famílias de baixa renda durante três meses. É uma vergonha que o governo do Estado proponha pagar esse valor irrisório aos mais humildes e tenha deixado de arrecadar mais de R$ 6 bilhões com renúncia fiscal, somente em 2020.
O PT-MT também defende que governo e prefeituras acelerem a vacinação. Não é possível que as poucas vacinas encaminhadas pelo governo federal demorem em média 11 dias para serem aplicadas na população.
Pelas mesmas razões, o PT-MT apoia, incentiva e exorta as iniciativas de vereadores e vereadoras petistas que visam a defesa da vida, a aceleração ordenada da vacinação e o suporte social indispensável nesta travessia.
O povo de Mato Grosso não tolera mais a má gestão da pandemia em nosso Estado!
Por isso, o PT-MT exorta por mudanças de rumo já! Nesse sentido conclama a todos os Poderes e instituições do Estado – Legislativo, Executivo, Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas, Defensoria Pública, Conselhos de Acompanhamento e Controle Social, entre outros – a e se unirem para evitar mais perdas de vidas.
O caminho para vencer a pandemia está indicado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelos países que tem conseguido preservar vidas para assegurar a economia:
Quarentena já!
Auxílio Emergencial de R$ 600!
Vacina para Todos e Todas já!
Henrique Lopes do Nascimento
Presidente em Exercício do Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso
Cuiabá-MT, 15 de abril de 2021
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